Faturação não é resultado e saldo bancário não é rentabilidade. Conheça os indicadores que ajudam a perceber o que realmente está a acontecer no negócio.
A maioria dos empresários sabe quanto faturou no mês. Poucos sabem, com igual clareza, quanto lucraram — e quase nenhum sabe, em tempo real, qual é a sua margem por produto ou serviço. Esta lacuna de informação é um dos principais obstáculos à tomada de decisões de gestão conscientes.
Faturar mais não significa ganhar mais. Entre a faturação e o resultado líquido existem custos operacionais, custos fixos, amortizações, encargos financeiros e impostos. Uma empresa pode crescer em faturação e deteriorar-se em rentabilidade — e isso só se percebe se os números forem analisados com regularidade e detalhe.
A margem bruta mede a diferença entre o que fatura e o custo direto do que vende. É o primeiro filtro para perceber se o modelo de negócio é sustentável.
O EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) permite comparar a rentabilidade operacional entre períodos e entre empresas, sem distorções de estrutura de capital ou política de amortizações.
Saldo bancário não é rentabilidade. Muitas empresas lucrativas têm tesouraria negativa — e vice-versa.
O ideal é ter um dashboard simples com cinco a dez indicadores-chave, atualizado mensalmente, que permita comparar a evolução face ao mês anterior e ao mesmo período do ano passado. A ForWise apoia os seus clientes na construção e interpretação deste tipo de relatórios de gestão.
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